Legado arquitetônico africano: técnicas construtivas e sua influência na arquitetura brasileira

Autores

  • Maria Eduarda M. Meireles ifg@ifg.edu.br
  • Nivea Cecilia S. Santos ifg@ifg.edu.br
  • Thawanny S. Oliveira ifg@ifg.edu.br

Palavras-chave:

Técnicas Construtivas, Arquitetura Africana, Quilombos, Sustentabilidade, Ancestralidade

Resumo

Este trabalho nasceu da vontade de dar visibilidade a um conhecimento muitas vezes esquecido: a contribuição africana para a arquitetura do Brasil. A pesquisa buscou entender como técnicas vindas da África, como o pau-a-pique, taipa de pilão e o adobe, foram trazidas, adaptadas e recriadas em nosso território, ganhando novos significados e mostrando que não são apenas “formas de construir”, mas também parte da identidade e da resistência de um povo. Para chegar a esses resultados, usamos revisão bibliográfica; estudos de casos sobre quilombos da Bahia e de Goiás; comparações entre o que se usava na África e o que foi feito aqui; e refletimos sobre o valor cultural e social dessas práticas. O que vimos é que essas técnicas não só ajudaram a erguer igrejas, casas e comunidades, como também revelam um modo de viver coletivo, ligado à natureza e carregado de saberes ancestrais. A pesquisa adotou uma metodologia de caráter qualitativo, fundamentada em revisão bibliográfica de autores como Souza (2021), Penha (2018), Costa Machado (2018), Silva Dias (2020), Librelotto (2022), Faria Rezende (2014), Weimer (2020), Faria (2011), Souza Rodrigues (2020) e De Jesus (2020).

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Publicado

2026-02-13

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