DESENVOLVIMENTO DE FILTRO IMPRESSO EM 3D PARA ADSORÇÃO DE CORANTE AZUL DE METILENO USANDO BIOCARVÃO

Autores

  • Matheus Ribeiro Brandão ifg@ifg.edu.br
  • Guilherme Martins Barbosa ifg@ifg.edu.br
  • Pedro Lucas Alves de Sousa ifg@ifg.edu.br
  • Daniel de Almeida Soares ifg@ifg.edu.br

Palavras-chave:

biocarvões, adsorção, azul de metileno, água potável, filtro impresso em 3D

Resumo

Este trabalho teve como objetivo contribuir para o avanço científico e tecnológico na área de tratamento de águas contaminadas, por meio da adaptação de um método de adsorção do corante azul de metileno utilizando biocarvões produzidos a partir de frutos do Cerrado — Jatobá, Oiti e Baru. A pesquisa buscou aliar sustentabilidade, baixo custo e inovação tecnológica, explorando o potencial de resíduos vegetais abundantes na região central do Brasil. Os biocarvões foram produzidos a partir da carbonização das cascas dos frutos, seguida de ativação química com carbonato de potássio (K2CO3), o que favoreceu a formação de micro e macroporos e, consequentemente, o aumento da área superficial e da eficiência adsorvente. Os resultados indicaram que os biocarvões de Jatobá e Oiti apresentaram melhor desempenho na remoção do corante azul de metileno, atingindo até 80% de remoção e capacidade de adsorção superior a 3,9 mg/g, demonstrando sua eficiência como adsorventes naturais e sustentáveis. O estudo também avaliou a cinética de adsorção para os três adsorventes — Jatobá, Oiti e Baru — em um intervalo máximo de 240 minutos, permitindo compreender o comportamento dinâmico da remoção do corante e a influência do tempo no processo de equilíbrio. Além dos ensaios de adsorção, foi desenvolvida uma estrutura de filtro impressa em 3D, adaptada para o uso dos biocarvões, apresentando-se como uma alternativa prática e acessível para aplicações em processos de purificação de água 

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Publicado

2026-02-13

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