A ARTE SEM SEPULTURA
um debate entre espaços e tempos
DOI:
10.59616/conehd.v1i11.2291Palavras-chave:
Cultura, Filosofia, Arte, Estética, MorteResumo
O propósito deste ensaio é oferecer uma reflexão original e marginal, estruturada numa narrativa descritiva e racional, envolvendo artes e outras áreas afins. Pensar e viver são dimensões intrinsecamente interligadas. Vivemos e, através da vivência, emergem pensamentos, ideias e inquietações que se entrelaçam, revelando novas mentalidades. A arte e a morte são reflexões filosóficas. Desde os primórdios da humanidade que a morte é a principal preocupação do ser humano. A arte serve para minimizar a perturbação social, reduz o sofrimento e apela à tomada de consciência. É neste contexto que se insere a necessidade de desvendar a persuasão e motivação que a arte tem na filosofia. Nasce assim, um novo modelo de conceção que se pode chamar de moderno e decadente. Trata-se de uma meditação permeada pela estética da morte e arte, bastante profunda e específica. Todas as circunstâncias complexas, reflete, de certa forma, a condição humana e a sociedade. Embora sejamos defensores da vida e do belo, este conceito propõe refletir e questionar valores, crenças, comportamentos e normas culturais, explorando a comédia na tragédia e aprofundando os sentimentos sobre morte e arte como um espelho das complexidades da existência.
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