A ARTE SEM SEPULTURA

um debate entre espaços e tempos

Autores

DOI:

10.59616/conehd.v1i11.2291

Palavras-chave:

Cultura, Filosofia, Arte, Estética, Morte

Resumo

O propósito deste ensaio é oferecer uma reflexão original e marginal, estruturada numa narrativa descritiva e racional, envolvendo artes e outras áreas afins. Pensar e viver são dimensões intrinsecamente interligadas. Vivemos e, através da vivência, emergem pensamentos, ideias e inquietações que se entrelaçam, revelando novas mentalidades. A arte e a morte são reflexões filosóficas. Desde os primórdios da humanidade que a morte é a principal preocupação do ser humano. A arte serve para minimizar a perturbação social, reduz o sofrimento e apela à tomada de consciência. É neste contexto que se insere a necessidade de desvendar a persuasão e motivação que a arte tem na filosofia. Nasce assim, um novo modelo de conceção que se pode chamar de moderno e decadente. Trata-se de uma meditação permeada pela estética da morte e arte, bastante profunda e específica. Todas as circunstâncias complexas, reflete, de certa forma, a condição humana e a sociedade. Embora sejamos defensores da vida e do belo, este conceito propõe refletir e questionar valores, crenças, comportamentos e normas culturais, explorando a comédia na tragédia e aprofundando os sentimentos sobre morte e arte como um espelho das complexidades da existência.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Jorge Paulo Rocha Ferreira, CEI

Pós-doutoramento em Inovação da Gestão, pela Universidade de Évora. Pós-doutoramento em Sociologia da Gestão, pela Universidade do Porto. Doutoramento em Ciências da Cultura, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Licenciatura em Gestão Recursos Humanos e Pós-Graduação em Direito do Trabalho, pela Universidade Lusíada. Mestrado em Sociologia das Organizações e dos Recursos Humanos, pela Universidade do Minho. Pós-Graduação em Economia Social, pela Universidade de Coimbra. Centro de Estudos Interculturais do Instituto Politécnico do Porto (CEIPP). Centro de Investigação em Ciências do Serviço Social do Instituto Superior de Serviço Social do Porto (CICSS). Centro de Estudos Organizacionais e Sociais do Instituto Politécnico do Porto (CEOSPP). Centro de Estudos e Formação Avançada em Gestão e Economia da Universidade de Évora (CEFAGE).

Referências

ALLPORT, Gordon. O Homem em Busca de Um Sentido. Lisboa; Edição Lua de Papel, 2017.

BAUMGARTEN, Alexander, Aisthetika Scripsit, I.C. Kleyb, 1750/58, original de Universidade de Michigan (digitalizado), 2006.

BELLORI, Giovan Pietro, Le vite de’ pittori escultori e architetti moderni, 2v., Einaudi, Torino, 2009.

CIORAN, Emil. Lágrimas e santos. Lisboa: Edições 70, 2020.

CIORAN, Emil. Nos cumes do desespero. Lisboa: Edições 70, 2020.

CRISPOLTI, Enrico. Como estudar a arte contemporânea. Lisboa: Editorial Estampa, 2004.

FOUCAULT, Michel. O que é a crítica? Seguido de A cultura de si. Lisboa: Texto & Grafia, 2017.

FRANZINI, Elio. A estética do século XVIII. Lisboa: Editorial Estampa, 1999.

HABERMAS, Jürgen. O discurso filosófico da modernidade. Tradução de Luiz Repa. São Paulo: Martins Fontes; IBICT, 2010.

HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Epítome, Vol. III, Edições 70, Lisboa, 1992(2)

HEMSTERHUIS, Frans. Sobre o homem e suas relações. São Paulo: Iluminuras, 2000.

KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Lisboa: Editora e Distribuidora Espírita, 2014.

LACAN, Jacques. O Seminário, livro 7: a ética da psicanálise (1959-1960). Rio de Janeiro: Zahar, 1992.

LOVECRAFT, Howard Phillips. A cor que caiu do céu. São Paulo: Pandorga, 2018.

MARX, Karl. Sobre o suicídio. Lisboa: Padrões Culturais, 2009.

MILON, Alain. Corpo estranho/estranho e familiar. In, MARZANO, Michaela (org.). Dicionário do corpo. Tradução de Lúcia Pereira de Souza. São Paulo: Edições Loyola, 2012.

MONTESQUIEU, Charles de Secondat. O gosto. São Paulo: Iluminuras, 2005.

OUTHWAITE, William. Habermas. Polity Press, Cambridge, 1994.

PERRAULT, Claude. Ordonnance for the five kinds of columns after the method of the ancients. Traduce de I. K. McEwen. New York: Getty Center for the History of Art and the Humanities, 1980.

POE, Edgar Alla. O corvo. Lisboa: IBook Cover, 2022.

QUENTAL, Antero de. Obras completas. Organização, introdução e notas de Joel Serrão. Ponta Delgada: Universidade dos Açores; Lisboa: Editorial Comunicação, 1991.

STEVENSON, Robert Louis. O médico e o monstro. Lisboa: Book Cover, 2021.

TOTA, Anna Maria. A sociologia da arte. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.

WILDE, Oscar. De Profundis. Lisboa: Editorial Estampa, 2011.

WINCKELMANN, Johann. Geschichte der Kunst des Alterthums – Erste Auflage Dresden 1764 – Zweite Auflage Wien 1776, Verlag Philpp von Zabern, Mainz, 2009.

Downloads

Publicado

2026-09-21

Métricas


Visualizações do artigo: 0     pdf downloads: 0

Como Citar

FERREIRA, Jorge Paulo Rocha. A ARTE SEM SEPULTURA: um debate entre espaços e tempos. Convergências: estudos em Humanidades Digitais, [S. l.], v. 1, n. 11, p. 160–170, 2026. DOI: 10.59616/conehd.v1i11.2291. Disponível em: https://periodicos.ifg.edu.br/cehd/article/view/2291. Acesso em: 21 set. 2026.

Edição

Seção

Artigos

Artigos Semelhantes

<< < 7 8 9 10 11 12 13 14 15 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.